Cancelamento Speedy – parte 1

Outubro 21, 2009

Como todo mundo diz que cancelar o speedy é um inferno e preciso fazer isso hoje (01/11/08) pois coloquei um serviço melhor vou documentar aqui o que acontece:

Liguei a tv em um canal interessante e

15:45 – Liguei pro 10315 e falei “Cancelar Speedy” e ouvi que seria encaminhado pro atendente =)

16:00 – Ouvindo porcarias de propagandas que não me interessam e é claro ‘em breve você será atendido’. ¬¬
16:05 – Cliente(em breve Ex-cliente) idiota (Eu) aguardando na linha.

16:10 – Atendente atendeu telefone:  e eu disse..

“Boa tarde. NOME.”

“Hoje é dia 01/11/08 e são 16:00. Confirma?”
“Sim”

“Essa ligação está sendo gravada e tudo que você disser esta sendo documentado em um blog na internet para consulta de futuros clientes e de pessoas que esperam cancelar o serviço de voces.”

“Solicito formalmente o cancelamento do Speedy e do contrato de prestação de serviço de banda larga da Telefônica.  “

A ligacao esta ruim.. desde que coloquei o speedy

A atendente me fez algumas perguntas sobre as informacoes minhas

e agora o telefone ficou mudo..

Ela voltou, pediu mais um tempo.

16:15 – Eu pedi o protocolo da ligacao e ela me disse que o protocolo vai ser gerado somente quando a ligação for finalizada (o que é mentira ja que o protocolo normalmente é gerado no inicio da chamada nem que seja para motivos de documentação).

Fim dos primeiros 30min.

16:16 – Ela pediu para que eu aguardasse um momento. As propagandas voltaram e a atendente sumiu. Provavelmente vou ter que repetir todas as informações para outra atendente.

Dica1: Solicitar protocolo assim que a chamada for iniciada.

Espero que ela volte.

Protocolo: IX0X1X0X2X7X

Resultado: O cancelamento do serviço foi feito mas  as cobranças ainda chegaram por 3 meses! Até hoje não consegui meu dinheiro de volta, qualquer semelhança com furto não me parece mera coincidência.


Porque os papéis ainda sobrevivem? (não imprima este post)

Dezembro 15, 2007

(Ainda preciso terminar este post.. mas isso é um bazar não é?)

O que você prefere, um artigo na tela do computador, ou um papel impresso com a mesma informação que você teria em tela mas sem a possibilidade de organizar por tags, clicar, selecionar, pesquisar, traduzir etc?

Porque ainda somos tentados a apelar para o velho papel?

Vou tentar expor minha opinião um tanto radical, até porque eu também ainda tendo a gostar de papéis.

Mas me proponho a mudar isso.

Porque não ler e-book?

Mesmo com a revolução tecnologica, ainda temos os mesmos consensos, mesmas velhas e empoeiradas idéias que se disseminam em alguns meios, de que a informação em papel é mais agradável e mais assimilável.

Mas porque pensamos assim?
“Hora, porque é verdade!”

Quão fácil é encontrar um papel após impresso?
Quantos livros cabem em sua casa?
Por outro lado, quantos livros cabem em seu computador?

Acredita que pode ter problemas de vista se ficar em frente ao montor? Se afaste um pouco dele aumente a fonte…)

Ecologia e meio ambiente

Mesmo com a reciclagem de papéis, (duvido que alguém mande para reciclagem um livro após pagar $60 pelo mesmo) o impacto ainda é grande pois existe uma indústria por trás da produção de livros.

Ultimamente tenho me questionado se já não passou da hora de investirem em uma tecnologia realmente eficaz para leitura em dispositivos ao invés de termos que ficar consumindo recursos naturais do mundo para produzir calhamaços de papel que apodrecem com o tempo e que podem ser transformados em bits.

Esforço possível e necessário

Será que não poderíamos fazer algo a respeito disso?
Precisamos mesmo mandar todos nossos artigos prediletos para a impressora?

E-books são mais baratos, não envelhecem, não sujam, não estragam, não amassam..

Se você não mandar o ebook para a impressora, ele saíra muito mais barato que um livro convencional, você pode fazer backup dele, criar cópias, enviar para discos virtuais na web onde você poderá recuperá-los onde estiver.


Percepção do tempo

Setembro 21, 2007

 

 

O cérebro humano mede o tempo por meio da observação dos movimentos.

Se alguém colocar você dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma mobília, sem portas ou janelas, sem relógio… você começará a perder a noção do tempo. Por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos, ciclos de sono, fome, sede e pressão sanguínea.

 

Então… quando tempo suficiente houver passado, você perderá completamente a noção das horas, dos dias… ou anos.

Estou exagerando para efeito didático, mas em essência é o que ocorreria.

Isso acontece porque nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas, sinais naturais e da repetição de eventos cíclicos, como o nascer e o pôr do sol. Se alguém tirar estes sinais sensoriais da nossa vida, simplesmente perdemos a noção da passagem do
tempo.

Compreendido este ponto, há outra coisa que você tem que considerar nosso cérebro é extremamente otimizado. Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho.

Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia.

Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro
tivesse que processar conscientemente tal quantidade. Por isso, a maior parte destes pensamentos é automatizada e não aparece no índice de eventos do dia.
Para que não fiquemos loucos, o cérebro faz parecer que nós não vimos, não sentimos e não vivenciamos aqueles pensamentos automáticos, repetidos,iguais.

Por isso, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo. É quando você se sente mais vivo.

 

Conforme a mesma experiência vai se repetindo, ele vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e “apagando” as experiências duplicadas.

Se você entendeu estes dois pontos, já vai compreender porque parece que o tempo acelera, quando ficamos mais velhos e porque os natais chegam cada vez mais rapidamente.

Quando começamos a dirigir, tudo parece muito complicado, o câmbio, os espelhos, os outros veículos… nossa atenção parece ser requisitada ao máximo. Então, um dia dirigimos trocando de marcha, olhando os semáforos,lendo os sinais ou até falando ao celular (proibido no Brasil),
ao mesmo tempo. E você usa apenas uma pequena “área” da atenção para isso.

Como acontece?

Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas (você não lê com os olhos, mas com a imagem anterior, na mente); O cérebro já sabe qual marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa, no lugar de repetir realmente a experiência).

Em outras palavras, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos para a mente.

 

Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa… são apagados de sua noção de passagem do tempo…

Porque estou explicando isso?

Que relação tem isso com a aparente aceleração do tempo?

Tudo. A primeira vez que isso me ocorreu foi quando passei três meses nas florestas de New Hampshire, Estados Unidos, morando em uma cabana. Era tudo tão diferente, as pessoas, a paisagem, a
língua, que eu tinha dores de cabeça sempre que viajava em uma estrada, porque meu cérebro ficava lendo todas as placas (eu lia mesmo, pois era tudo novidade, para mim).

Foram somente três meses, mas ao final do segundo mês eu já me sentia como se estivesse há um ano longe do Brasil. Foi quando comecei a pesquisar a razão dessa diferença de percepção.

Bastou eu voltar ao Brasil e o tempo voltou a “acelerar”.

Pelo menos, assim parecia. Veja, quando você começa a repetir algo exatamente igual, a mente apaga a experiência repetida.

Conforme envelhecemos, as coisas começam a se repetir as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações… enfim… as experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades), vão diminuindo.

Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década.

Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é a… r-o-t-i-n-a.

Não me entenda mal. A rotina é essencial para a vida e otimiza muita coisa, mas a maioria das pessoas ama tanto a rotina que, ao longo da vida, seu diário acaba sendo um livro de um só capítulo, repetido todos os anos.

 


O ANTÍDOTO PARA A ACELERAÇÃO DO TEMPO: “M & M”

Felizmente há um antídoto: Mude e Marque. Mude, fazendo algo diferente e marque, fazendo um ritual, uma festa ou registros com fotos. Mude de paisagem, tire férias com a família (sugiro que você tire férias sempre e,preferencialmente, para um lugar quente, um ano, e frio no seguinte) e marque com fotos, cartões postais e cartas.

Tenha filhos (eles destroem a rotina) e sempre faça festas de aniversário para eles, e para você (marcando o evento e diferenciando o dia); Use e abuse dos rituais para tornar momentos especiais diferentes de momentos usuais.

Faça festas de noivado, casamento, 15 anos, bodas disso ou daquilo, bota-foras, participe da formatura de sua turma, visite parentes distantes, vá a uma final de campeonato, entre na universidade com 60 anos, troque a cor do cabelo, deixe a barba, tire a barba, compre enfeites diferentes no natal, ou faça os enfeites com frutas da região e a participação das crianças, vá a shows, cozinhe uma receita nova, tirada de um livro novo.

Escolha roupas diferentes, não pinte a casa da mesma cor – faça diferente.

 

Beije diferente sua paixão e viva com ela momentos diferentes. Vá a mercados diferentes, leia livros diferentes, busque experiências diferentes. Seja diferente.

Se você tiver dinheiro, especialmente se já estiver aposentado, vá com seu marido, esposa ou amigos para outras cidades ou países, veja outras culturas, visite museus estranhos, deguste pratos esquisitos… em outras palavras…

 

V-I-V-A!

 

Porque se você viver intensamente as diferenças, o tempo vai parecer mais longo. E se tiver a sorte de estar casado (a) com alguém disposto (a) a viver e buscar coisas diferentes, seu livro será muito mais longo, muito mais interessante e muito mais.. vivo… do que a maioria dos livros da vida que existem por ai.

Se você não tiver mais a esposa, ou o marido, cerque-se de amigos.

Amigos com gostos diferentes, vindos de lugares diferentes, com religiões diferentes e que gostam de comidas diferentes.

Enfim, acho que você já entendeu o recado, não é?

Boa sorte em suas experiências para expandir seu tempo, com qualidade,emoção, rituais e vida.

 

Aldo Novak,

coach & conferencista

Diretor da Academia Novak


Como você usar os labels do GMail?

Abril 30, 2007

Desde os primórdios dos e-mails gratuitos (quem aqui não teve um e-mail do BOL ou Hotmail, ambos com absurdos 2MB de espaço?), aprendemos a usar as famosas pastas que separavam nossas mensagens por assuntos específicos como “Trabalho”, “Interessante” etc.

Algumas décadas depois aparece o GMail com a sua intenção de criar um e-mail grátis com míseros 1GB de espaço.

Transforma os e-mails em conversações e acaba com a idéia de pastas.

Mas perai.. tem um negócio aqui chamado “label”, é só aplicar a mensagem X e mandar arquivar e etc (estamos todos contentes).

Porém agora uma mensagem pode pertencer a várias pastas ao mesmo tempo, isso não é estranho?

Sim! Justamente porque o GMail não possui pastas e sim “tags”.

É o famoso conceito de tags que ganhou respeito recentemente, você marca as suas mensagens por assuntos específico que facilitem sua recuperação posteriormente.

Uma mensagem sobre uma reunião com o chefe de sua empresa poderia ser marcada com os labels “empresa,reunião,importante”, não é muito mais claro?

Agora coloque no campo pesquisa do seu GMail: label:empresa label:reunião label:importante

Se você quiser todas as reuniões que você teve na sua empresa que foram importantes.

Mas é impossível falar nesse assunto sem entrar em “folksonomy” que é um assunto que será tratado no próximo post.