Andar de avião foi bem tranquilo exceto pela pressão no ouvido que aprendi a controlar. (basta engolir saliva, mascar um chiclete e mover o maxilar as vezes. Várias pessoas concordam que funciona).
O hotel Ritter, bonito e luxuoso é ótimo, exceto pela internet sem fio que não funciona por nada e pela localização.
Fica em frente a rodoviária de Porto Alegre, logo que cheguei tomei um susto com um pedinte no vidro do meu Taxi.
obs: Não é recomendável sair de lá sem um taxi por perto ou muito à noite.
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Cansados do dia anterior acordamos um pouco além do horário, por isso perdemos a primeira palestra do evento, fomos de ônibus para lá com dois conhecidos.
Chegando no evento, levei um susto com o tamanho das filas de cadastramento, me imaginei perdendo o dia todo ali, até que decidimos por conta não fazer o cadastramento o que foi liberado depois.
Esse foi um dos pequenos problemas que notei no evento.
Demos uma volta pelos stands para trocar algumas idéias, ver as novidades, pegar alguns brindes, e ver tambem, como diria um amigo, a “fauna” de lugar (no SUL, como não?).
O clima é bastante descontraído, “sem frescuras” e um público bastante jovem, pessoas sentadas no chão com seus notebooks ligados em rede ou conectados no wifi do evento (o wifi deixou muito a desejar), um ambiente muito amigável para troca de informação e conhecer pessoas.
O estereótipo, vestido de preto, gordo-cabeludo-barbudo-de óculos está em todo o canto, tenho um certa tendência a associar esse tipo de pessoa aos que mais entendem do assunto (hackers?) mas é um pré-conceito apenas.
Os stands estão bem interessantes, vi muitas empresas que poderiam estar com mais presença no evento como o Google e a Mandriva. E outras com muita presença e que não esperava que participassem como o Terra.
Mas vamos ao que interessa nos próximos posts…