FISL9.0 Safe Data Is Happy Data

Abril 28, 2008

Safe Data Is Happy Data: Using SQL tools to secure your database application

Josh Berkus

Josh Berkus é um dos desenvolvedores do PostgreSQL, sua palestra foi voltada a segurança da informação voltada a banco de dados. Comentou sobre a falta de preparação dos funcionários que trabalham com banco de dados nas empresas e o que isso impacta na segurança da informação contida em banco: Muitas vezes customizações de segurança nem existem o que é algo muito crítico.


FISL9.0 - Chegada

Abril 28, 2008

Andar de avião foi bem tranquilo exceto pela pressão no ouvido que aprendi a controlar engolindo saliva mascando chiclete e movendo o maxilar respectivamente.

O hotel é ótimo exceto pela internet sem fio que não funciona por nada, e pela localização, fica em frente a rodoviária de Porto Alegre, logo que cheguei tomei um susto com um pedinte no vidro do Taxi

Não é recomendável sair de lá sem um taxi por perto ou muito à noite.

Cansados do dia anterior acordamos um pouco além do horário, por isso perdemos a primeira palestra do evento, fomos de ônibus para lá com dois conhecidos.

Chegando no evento, levei um susto com o tamanho das filas de cadastramento, me imaginei perdendo o dia todo ali, até que decidimos por conta não fazer o cadastramento o que foi liberado depois.

Esse foi um dos pequenos problemas que notei no evento.

Demos uma volta pelos stands para trocar algumas idéias, ver as novidades, pegar alguns brindes, e ver tambem, como diria um amigo, a “fauna” de lugar (no SUL, como não?).

O clima é bastante descontraído, “sem frescuras” e um público bastante jovem, pessoas sentadas no chão com seus notebooks ligados em rede ou conectados no wifi do evento (o wifi deixou muito a desejar), um ambiente muito amigável para troca de informação e conhecer pessoas.

O estereótipo, vestido de preto, gordo-cabeludo-barbudo-de óculos está em todo o canto, tenho um certa tendência a associar esse tipo de pessoa aos que mais entendem do assunto (hackers?) mas é um pré-conceito apenas.

Os stands estão bem interessantes, vi muitas empresas que poderiam estar com mais presença no evento como o Google e a Mandriva. E outras com muita presença e que não esperava que participassem como o Terra.

Mas vamos ao que interessa nos próximos posts…


FISL9.0 - Preparativos

Abril 28, 2008

Dia 16/04, eu com a minha super mala cheia de blusas e o Rodrigo (amigo de baia), no aeroporto de Viracopos em Campinas-SP nos preparando para partir no nosso vôo da TAM escalado no Rio de Janeiro (escala estranha, não?) e depois, direto para Porto Alegre.

Nunca andei de avião o que faz da experiência um pouco nova desde o principio para mim.

Fiz uma pré-análise das palestras que gostaria de participar, gostaria de focar o lado mais sysadmin do evento vamos ver o que consigo no meu primeiro FISL e o que rola em POA.


O que é pseudociência?

Abril 28, 2008

Segundo a Wikipedia:

Uma pseudociência é qualquer tipo de informação que se diz ser baseada em factos científicos, ou mesmo como tendo um alto padrão de conhecimento, mas que não resulta da aplicação de métodos científicos.

Motivações para a defesa ou promoção de uma pseudociência variam de um simples desconhecimento acerca da natureza da ciência ou do método científico, a uma estratégia deliberada para obter benefícios financeiros, filosóficos ou de outra natureza. Algumas pessoas consideram algumas ou todas as formas de pseudociências como um entretenimento sem riscos. Outros, como Richard Dawkins, consideram todas as formas de pseudociência perigosas, independentemente destas resultarem ou não em danos imediatos para os seus seguidores.

Considero a pseudociência como um desaforo, um descredito a todo avanço-científico, deveria ser considerado um crime moral.

Pessoas que se fecham em grupos(ceitas?), se entitulando os portadores de uma verdade, apoiando crenças absurdas em procedimentos bizarros de medicina ou cultura.


O que fazer no seu tempo livre

Dezembro 15, 2007

Atividades que eu acho úteis:

  • Ler livros, artigos, tutoriais
  • Praticar algum esporte qualquer para aliviar as tensões
  • Conhecer algo/alguém/algum lugar novo
  • Escrever seja lá o que for e onde for

Porque os papéis ainda sobrevivem? (não imprima este post)

Dezembro 15, 2007

(Ainda preciso terminar este post.. mas isso é um bazar não é?)

O que você prefere, um artigo na tela do computador, ou um papel impresso com a mesma informação que você teria em tela mas sem a possibilidade de organizar por tags, clicar, selecionar, pesquisar, traduzir etc?

Porque ainda somos tentados a apelar para o velho papel?

Vou tentar expor minha opinião um tanto radical, até porque eu também ainda tendo a gostar de papéis.

Mas me proponho a mudar isso.

Porque não ler e-book?

Mesmo com a revolução tecnologica, ainda temos os mesmos consensos, mesmas velhas e empoeiradas idéias que se disseminam em alguns meios, de que a informação em papel é mais agradável e mais assimilável.

Mas porque pensamos assim?
“Hora, porque é verdade!”

Quão fácil é encontrar um papel após impresso?
Quantos livros cabem em sua casa?
Por outro lado, quantos livros cabem em seu computador?

Acredita que pode ter problemas de vista se ficar em frente ao montor? Se afaste um pouco dele aumente a fonte…)

Ecologia e meio ambiente

Mesmo com a reciclagem de papéis, (duvido que alguém mande para reciclagem um livro após pagar $60 pelo mesmo) o impacto ainda é grande pois existe uma indústria por trás da produção de livros.

Ultimamente tenho me questionado se já não passou da hora de investirem em uma tecnologia realmente eficaz para leitura em dispositivos ao invés de termos que ficar consumindo recursos naturais do mundo para produzir calhamaços de papel que apodrecem com o tempo e que podem ser transformados em bits.

Esforço possível e necessário

Será que não poderíamos fazer algo a respeito disso?
Precisamos mesmo mandar todos nossos artigos prediletos para a impressora?

E-books são mais baratos, não envelhecem, não sujam, não estragam, não amassam..

Se você não mandar o ebook para a impressora, ele saíra muito mais barato que um livro convencional, você pode fazer backup dele, criar cópias, enviar para discos virtuais na web onde você poderá recuperá-los onde estiver.


Faculdade, “ame-a ou deixe-a”

Dezembro 15, 2007

Se não tem animo para fazer faculdade não faça! Se quiser só o dinheiro, dê oportunidade para profissionais que realmente se interessem pela área.

Cada vez mais vejo que isso faz sentido para mim quanto para outras pessoas.


Como ganhar dinheiro agora mesmo!

Dezembro 15, 2007
  • Investir em ativos ao invés de passivos
    • Casa
    • Apartamento
    • Ações de risco/opções (não somente como especulação, o risco das ações diminuem a longo prazo).
  • Ter noções de contabilidade e economia
    • Não deixe seu dinheiro fluir pra onde você não gostaria, faça uma planilha, levante os passivos, ativos, despesas e rendas e faça um fluxo de caixa)
  • Reduzir o limite do cartão de crédito(passivo perigoso, sem aumentar depois).
  • Eliminar aos poucos hábitos consumistas/impulsivos, comprar uma coisa em 24x sem juros nem sempre é um bo negocio.
  • Economizar todos os meses
  • Ter paciéncia

Agora pense:
Vale a pena ter um carro?
Já calculou todos os custos gerados por seu carro, alguma pessoas [link]já fizeram isto[/link]
E o resultado não é nada animador.
Vale a pena casar?
Vale a pena ter uma casa?

———
Agora que você vai ficar milhonário não esqueça de me mandar dinheiro, pois eu estou precisando.


Consumismo irresponsável e recursos naturais

Dezembro 12, 2007

A noticia pipoca na mídia, “cresce o consumo no Brasil este ano”, “brasileiro consome mais”.

A “boa notícia” vem toda embasada em um grossa capa de otimismo, pois ‘quanto maior o consumo, maior o crescimento’.

A economia sobe, o país tem mais chances de ser encarado como competitivo no mercado mundial, as tecnologias entram, o risco país baixa, o dinheiro flui, dentre outras coisas.

Mas até onde poderíamos considerar isso como uma benção e não uma maldição?

Se as pessoas este ano compram mais que no ano passado, isso não quer dizer que elas estão comprando mais coisas das quais no fundo no fundo não precisariam?

Todo mundo precisa de mais e mais dinheiro, mas.. mais dinheiro para que? Para ter o carro do ano, comprar outra casa, vestir-se melhor, ampliar isso, reformar aquilo e comprar quinquilharias inúteis.

Claro que comprar uma casa e vestir-se melhor por exemplo são usos extremamente nobres do dinheiro.. mas será que aprendemos de verdade a consumir com responsabilidade?

No mesmo dia em que sai na mídia, “Brasil cresce em consumo” aparece também “geleiras vão derreter mais rápido do que o esperado”.

Acontece que ninguém pensa que ao comprar um monte de quinquilharias, gastar, ir ao shopping todo final de semana. Está alimentando um monstro que consome rapidamente todos os recursos  naturais do planeta irreversivelmente.

Os recursos naturais do planeta aos poucos vão terminando e ainda estamos de olhos fechados.
Esperando o circo pegar fogo até que não dê mais para sair dele.


Percepção do tempo

Setembro 21, 2007

 

 

O cérebro humano mede o tempo por meio da observação dos movimentos.

Se alguém colocar você dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma mobília, sem portas ou janelas, sem relógio… você começará a perder a noção do tempo. Por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos, ciclos de sono, fome, sede e pressão sanguínea.

 

Então… quando tempo suficiente houver passado, você perderá completamente a noção das horas, dos dias… ou anos.

Estou exagerando para efeito didático, mas em essência é o que ocorreria.

Isso acontece porque nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas, sinais naturais e da repetição de eventos cíclicos, como o nascer e o pôr do sol. Se alguém tirar estes sinais sensoriais da nossa vida, simplesmente perdemos a noção da passagem do
tempo.

Compreendido este ponto, há outra coisa que você tem que considerar nosso cérebro é extremamente otimizado. Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho.

Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia.

Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro
tivesse que processar conscientemente tal quantidade. Por isso, a maior parte destes pensamentos é automatizada e não aparece no índice de eventos do dia.
Para que não fiquemos loucos, o cérebro faz parecer que nós não vimos, não sentimos e não vivenciamos aqueles pensamentos automáticos, repetidos,iguais.

Por isso, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo. É quando você se sente mais vivo.

 

Conforme a mesma experiência vai se repetindo, ele vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e “apagando” as experiências duplicadas.

Se você entendeu estes dois pontos, já vai compreender porque parece que o tempo acelera, quando ficamos mais velhos e porque os natais chegam cada vez mais rapidamente.

Quando começamos a dirigir, tudo parece muito complicado, o câmbio, os espelhos, os outros veículos… nossa atenção parece ser requisitada ao máximo. Então, um dia dirigimos trocando de marcha, olhando os semáforos,lendo os sinais ou até falando ao celular (proibido no Brasil),
ao mesmo tempo. E você usa apenas uma pequena “área” da atenção para isso.

Como acontece?

Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas (você não lê com os olhos, mas com a imagem anterior, na mente); O cérebro já sabe qual marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa, no lugar de repetir realmente a experiência).

Em outras palavras, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos para a mente.

 

Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa… são apagados de sua noção de passagem do tempo…

Porque estou explicando isso?

Que relação tem isso com a aparente aceleração do tempo?

Tudo. A primeira vez que isso me ocorreu foi quando passei três meses nas florestas de New Hampshire, Estados Unidos, morando em uma cabana. Era tudo tão diferente, as pessoas, a paisagem, a
língua, que eu tinha dores de cabeça sempre que viajava em uma estrada, porque meu cérebro ficava lendo todas as placas (eu lia mesmo, pois era tudo novidade, para mim).

Foram somente três meses, mas ao final do segundo mês eu já me sentia como se estivesse há um ano longe do Brasil. Foi quando comecei a pesquisar a razão dessa diferença de percepção.

Bastou eu voltar ao Brasil e o tempo voltou a “acelerar”.

Pelo menos, assim parecia. Veja, quando você começa a repetir algo exatamente igual, a mente apaga a experiência repetida.

Conforme envelhecemos, as coisas começam a se repetir as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações… enfim… as experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades), vão diminuindo.

Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década.

Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é a… r-o-t-i-n-a.

Não me entenda mal. A rotina é essencial para a vida e otimiza muita coisa, mas a maioria das pessoas ama tanto a rotina que, ao longo da vida, seu diário acaba sendo um livro de um só capítulo, repetido todos os anos.

 


O ANTÍDOTO PARA A ACELERAÇÃO DO TEMPO: “M & M”

Felizmente há um antídoto: Mude e Marque. Mude, fazendo algo diferente e marque, fazendo um ritual, uma festa ou registros com fotos. Mude de paisagem, tire férias com a família (sugiro que você tire férias sempre e,preferencialmente, para um lugar quente, um ano, e frio no seguinte) e marque com fotos, cartões postais e cartas.

Tenha filhos (eles destroem a rotina) e sempre faça festas de aniversário para eles, e para você (marcando o evento e diferenciando o dia); Use e abuse dos rituais para tornar momentos especiais diferentes de momentos usuais.

Faça festas de noivado, casamento, 15 anos, bodas disso ou daquilo, bota-foras, participe da formatura de sua turma, visite parentes distantes, vá a uma final de campeonato, entre na universidade com 60 anos, troque a cor do cabelo, deixe a barba, tire a barba, compre enfeites diferentes no natal, ou faça os enfeites com frutas da região e a participação das crianças, vá a shows, cozinhe uma receita nova, tirada de um livro novo.

Escolha roupas diferentes, não pinte a casa da mesma cor - faça diferente.

 

Beije diferente sua paixão e viva com ela momentos diferentes. Vá a mercados diferentes, leia livros diferentes, busque experiências diferentes. Seja diferente.

Se você tiver dinheiro, especialmente se já estiver aposentado, vá com seu marido, esposa ou amigos para outras cidades ou países, veja outras culturas, visite museus estranhos, deguste pratos esquisitos… em outras palavras…

 

V-I-V-A!

 

Porque se você viver intensamente as diferenças, o tempo vai parecer mais longo. E se tiver a sorte de estar casado (a) com alguém disposto (a) a viver e buscar coisas diferentes, seu livro será muito mais longo, muito mais interessante e muito mais.. vivo… do que a maioria dos livros da vida que existem por ai.

Se você não tiver mais a esposa, ou o marido, cerque-se de amigos.

Amigos com gostos diferentes, vindos de lugares diferentes, com religiões diferentes e que gostam de comidas diferentes.

Enfim, acho que você já entendeu o recado, não é?

Boa sorte em suas experiências para expandir seu tempo, com qualidade,emoção, rituais e vida.

 

Aldo Novak,

coach & conferencista

Diretor da Academia Novak